Under submission for a long time
For a thousand years
My soul is starting to rot
My work is done here
I've shed my share of blood, sweat and tears
I'm leaving this melting pot
You come to stop me
To convince me that i can't escape
I'm tired of being your rat
Armouder with reasons, threats and lies
But it is much too late
I'm about to unleash my wrath
I won't accept this life
A victim of your oppression
To be enslaved and sell my soul to the other side
Never be your fucking puppet
I've tasted your fist
And felt your whip burning on my skin
I have dealt with the pain
The more you hit the more you feed
The anger boiling within
Your failure I will sustain
I've been your workhouse
And now it's time for this house to kick your head
I'm pounding my way out
To step aside, get out of my way
If not you'll end up dead
Or at least know what true pain is about
I won't accept this life
A victim of your oppression
To be enslaved and sell my soul to the other side
Never be your puppet on a string
I won't accept this life
And fall into a dark depression
To be a slave, cast in chains, always forced to hide
Buried under bricks of guilt
I have tasted your fist
I have dealt with the pain
Rip my back with your whip
My pain is my gain
I won't accept this life
A victim of your oppression
To be enslaved and sell my soul to the other side
Never be your puppet on a string
I won't accept this life
And fall into a dark depression
To be a slave, cast in chains, always forced to hide
Buried under bricks of guilt
Um dos discos que mudaram a minha idéia sobre criatividade dentro do Hardcore. Vindos anteriormente de uma bande Jazz Fusion, que, ao ouvirem o "Never Mind the Bollocks" do Sex Pistols, piraram no som e se transformaram numa das primeiras bandas de Hardcore dos EUA (alguns atribuem ao The Germs, outros ao Minor Threat, o velho pioneirismo besta), as bases do Bad Brains são no mínimo inusitadas!
Mais inusitado ainda é ficar ouvindo esse disco cheio de pérolas da música rápida dos anos 80 e de repente começa um Reggae Roots marofadíssimo! Algo que sempre surpreende quem ouve pela primeira vez e está desavisado que os negões punk também eram adeptos da religião rastafari e faziam todos os revoltados dos antros musicais subversivos, como o CBGB, dançarem ao som do ritmo caribenho e fazerem a babilônia cair um pouco mais.
Essa idéia de não se limitar musicalmente seguiu a banda por toda a sua carreira, aonde mais tarde passaram fazer uma mistura de heavy metal com música funk, aonde muitos dizem também terem sido os primeiros, o que faz do Bad Brains uma banda muito importante na história da música contracultural de uma forma geral, levantando sempre a bandeira da união de estilos musicais, quebrando barreiras e preconceitos aonde suas músicas são executadas!
Presenteio vocês com duas pérolas dessa banda, nus videozinhos postados no youtube, esse maravilhoso canal aonde podemos encontrar TUDO que quisermos (ou praticamente tudo) aonde os caras tocam "Banned in DC e How Long a Punk can Get" no ano de lançamento desse disco que posto aqui, e outro vídeo da primeira passagem da banda pela América Latina, que também passou por recife, aonde eles tocaram no Festival Abril pro Rock. Infelizmente o vocalista original, o malucão do HR, não estava se dando bem com o restante da banda, quem deu os berros foi Israel Joseph I, que gravou os vocais no disco "Rise". Para mim que estava lá curtindo o show de perto, não fez diferença nenhuma! O show foi estigado do começo ao fim e o cara mandou muito bem.
O vídeo do show em recife foi todo filmado pelo Canibal, vocalista da banda Devotos, que ao meu ver é a banda mais influenciada pelo Bad Brains aqui no Brasil. Na grande maioria dos shows do Devotos que ouvi falar que teve e nos dois shows que tive o prazer de pogar muito (no querido e finado galpão 14 e outro no ponto de cem réis) ele estava com sua camisa do Bad Brains. Cliquem nessa belezura de momento histórico da música bixo-grilense em geral!
Novo disco dessa banda de Death Grind muito extrema, intensa. A banda da mais uma aula de Grindcore com seu time "estrelas" da música extrema: Tomas Lindberg no Vocal (tocou no At The Gates, Disfear), Shane Embury no Baixo (Napalm Death, Brujeria, Venomous Concept, etc), Nicholas Barker na batera (Dimmu Borgir, Cradle of Filth, Exodus, etc), Anton Reisenegger tocando guitarra (Pentagram, Criminal e Inner Sanctum) ou seja, em se tratando de qualidade de execução dos instrumentos, é pura maestria grindcoreana porra-louquice dos inferno!
Como não podia deixar de ser, produção de primeira! Infelizmente não pude ler as letras desse disco ainda, mas imagino que continuam bem pensadas, como são as dos outros discos da banda. Apesar de recente, a banda excursiona pelo mundo inteiro desde o primeiro lançamento, justamente por conta de todos os maluquetes da HORDA serem conhecidos no meio anti-musical extremo, pelo seus outros discos em diveeeeeersas outras bandas, fica fácil demais pra circular pelo mundo. Até mesmo aonde as pessoas combatem a "fama", ela acaba estando presente, só em outro contexto.
Novo EP do Dalva Suada, seu segundo lançamento. Esse veio pra consolidar a veia rock de deserto da banda, com bastante experimentalismo roqueiro, guitarras intensas, linhas de baixo inusitadas sem serem forçadas, passeando por diversos ritmos distorcidos, gerando momentos psicoativantes maravilhosos, que indico pra qualquer um que goste de música rock de uma forma geral e não tem frescura de ouvir novos tipos de som. Sim, ainda da pra fazer coisa nova dentro da cozinha básica da música, sem muita firula e mesmo assim ser genial.
Quem fez essa arte louca, viajando no cérebro de um amante de todas as Dalvas que adoram ficar suadinhas foi o Thiago Trapo, que também mandou sua arte no EP do Ubella Preta, o cara manda bem demais, no arquivo tem todo o encarte pra vocês se deliciarem com tantas camadas de arte. Aproveitem bem!
02. circus 03. vingança 04. a iconoclastia a serviço do bairro 05. garoto propaganda 06. macaco velho não mete mão em cumbuca 07. boicotando na fome do sertão nordestino 08. estarei de pé 09. paz a gente que faz 10. prece 11. metáforas 12. os fabulosos cães amestrados da brigada militar 13. dos fanzines de papel para os fotolog, foi um grande avanço tecnológico! 14. coprofilia do capitalismo 15. do livro do henry miller ao disco da banda do henry rollins 16. abegeatarios
Uma banda com esse tipo de nome só não pode ser muito romântico. Um arquivo muito inusitado que baixei no finado Fórum Suicídio Social, antigo MP3 Punk Hardcore (que antes era apenas uma comunidade no orkut), com poucas informações relacionadas a banda, apenas descrevia o som como sendo uma mistura de Grindcore com SANFONA. Baixei na hora. Confesso que gosto muito de sons bizarros assim, ainda mais sendo do Brasil, não tinha como deixar passar esse disco.
Vocal muito anti-musical mesmo, incompreensível sem as letras, mas com um instrumental muito bem executado por essa cambada tronxa do Rio Grande do Sul, mais específicamente de São Antônio da Patrulha, que faziam parte de uma banda de Hardcore Oitentista que alcançou um certo renome nacionalmente, a Ornitorrincos. Pergunta pra qualquer ouvinte constante de Hardcore Brazuca, sem dúvida ja ouviu falar.
Impossível não associar o lado comédia ao som da banda. E eles fazem questão de destacar isso em seu Myspace, com um texto muito engraçado sobre como surgiu a banda e como eles se definem musical e ideologicamente.
01. Logic 02. Bitter blood 03. All in a days work 04. Unrest 05. Different hearts, different minds 06. Numb 07. Contemplation 08. Feed the fire 09. Closer to the end 10. Hook, line and sinker 11 Black hole 12. Voracious appetite 13. Heartsease
Ainda bem que o Rodrigo, vocalista da extinta Satanic Surfers, não parou de produzir música, pois o hardcore iria perder um dos seus compositores mais criativos, além de uma grande voz.
O ano de 2011 ja presenteia os apreciadores de Hardcore melódico, incluindo todos os ouvintos do Satanic Surfers, que deixou uma legião de fãs, inclusive aqui no Brasil. A banda passou por aqui pouco antes de encerrar suas atividades, uma pena ter perdido o show que teve em Sergipe, tão perto daqui de João Pessoa mas fiquei naquela de "próxima vez eu vou". Me fudi.
Bem, não tem muito o que falar desse disco. Hardcore melódico de qualidade, boas letras (que não deixaram de abordar questões políticas, como fazia no Satanic Surfers, como também temas mais pessoais), variando entre algumas baladas, a mescla de melodia e peso ficou muito boa, até a distorção que o guitarrista usa é meio diferente, é pesada mas também dava pra uma banda de som mais leve usar, ao menos tive essa impressão ao ouvir.