01. O que foi Escrito eu Apaguei 02. Ódio ao Prazer 03. Seu Herói Sangra 04. A Queda do seu Dogma 05. Dois Pontos Uma Solução 06. Degrau Para o Desconhecido 07. Vaga Lembrança 08. Raiva e Vingança 09. Empregando o Capital 10. Quando a Esperança Desaba 11. Lucro e Troca 12. O Puro Aroma do Medo 13. Eu Decido quem vai Morrer 14. Assim como a Vontade de Justiça Social 15. Capítulos que Descarto 16. A Vitória e o Fim
DOWNLOAD Excelente banda de Grindcore Brasileira, em seu disco de 2008.
Em 1998, o guitarrista/produtor Eduardo Bid e o baixista/produtor Sérgio Bartolo criaram o projeto Funk Como Le Gusta. Era assim que chamavam as noites de quarta-feira no Espaço Anexo; onde músicos, DJ's e rappers se encontravam para tocar funk, soul, temas latinos, sons brazukas e trilhas de seriados de TV dos Anos 70.
Logo os amigos da banda começaram a freqüentar o local para ouvir música ao vivo, ou dar uma canja e, então, a noite pegou fogo. No inicio de 99, a banda já batizada "Funk Como Le Gusta" se muda para o Blen Blen Club e toma conta, definitivamente, das noites de quarta-feira de São Paulo.
A cada semana novos convidados subiam no palco do Blen Blen e a música corria solta. Compareceram para 'jam sessions' com o FCLG, nomes como Fernanda Abreu, Sandra de Sá, Marcelo D2 (Planet Hemp), Rogério Flausino (Jota Quest), Wilsom Sideral, Daúde, João Suplicy, DJ Soul Slinger, DJ Marky Mark, Otto, entre muitos outros.
O Funk Como Le Gusta é uma roda de funk, um círculo de amigos e uma mandala de música. Alguns dos melhores músicos da nova geração brasileira promovendo a ponte musical entre todas as 'soul cities' do planeta. A música da banda sai do Harlem, Nova York, passa pelos subúrbios de Kingston, Jamaica, sobrevoa Cuba e os clubes de Havana, mergulha nos subúrbios do Rio de Janeiro e eletrifica a garoa cítrica de São Paulo, antes de uma breve peregrinação pelos caminhos 'funky' de Santiago, no Chile.
O Funk Como Le Gusta é uma big band de 13 músicos sintetizando a pluralidade musical desse fim de século, sob uma paleta de cor única. Black Music urbana e suas variações
Imaginary mirror, Showing me things I've never seen, Taking me places I've never been, Walking around in a living dream. Fantastic colors of red an green, A portal to a new reality. Comprehension of a different dimension. My mind is alive. Annihilate space and time. My mind is alive. Annihilate space and time.
Under submission for a long time
For a thousand years
My soul is starting to rot
My work is done here
I've shed my share of blood, sweat and tears
I'm leaving this melting pot
You come to stop me
To convince me that i can't escape
I'm tired of being your rat
Armouder with reasons, threats and lies
But it is much too late
I'm about to unleash my wrath
I won't accept this life
A victim of your oppression
To be enslaved and sell my soul to the other side
Never be your fucking puppet
I've tasted your fist
And felt your whip burning on my skin
I have dealt with the pain
The more you hit the more you feed
The anger boiling within
Your failure I will sustain
I've been your workhouse
And now it's time for this house to kick your head
I'm pounding my way out
To step aside, get out of my way
If not you'll end up dead
Or at least know what true pain is about
I won't accept this life
A victim of your oppression
To be enslaved and sell my soul to the other side
Never be your puppet on a string
I won't accept this life
And fall into a dark depression
To be a slave, cast in chains, always forced to hide
Buried under bricks of guilt
I have tasted your fist
I have dealt with the pain
Rip my back with your whip
My pain is my gain
I won't accept this life
A victim of your oppression
To be enslaved and sell my soul to the other side
Never be your puppet on a string
I won't accept this life
And fall into a dark depression
To be a slave, cast in chains, always forced to hide
Buried under bricks of guilt
Um dos discos que mudaram a minha idéia sobre criatividade dentro do Hardcore. Vindos anteriormente de uma bande Jazz Fusion, que, ao ouvirem o "Never Mind the Bollocks" do Sex Pistols, piraram no som e se transformaram numa das primeiras bandas de Hardcore dos EUA (alguns atribuem ao The Germs, outros ao Minor Threat, o velho pioneirismo besta), as bases do Bad Brains são no mínimo inusitadas!
Mais inusitado ainda é ficar ouvindo esse disco cheio de pérolas da música rápida dos anos 80 e de repente começa um Reggae Roots marofadíssimo! Algo que sempre surpreende quem ouve pela primeira vez e está desavisado que os negões punk também eram adeptos da religião rastafari e faziam todos os revoltados dos antros musicais subversivos, como o CBGB, dançarem ao som do ritmo caribenho e fazerem a babilônia cair um pouco mais.
Essa idéia de não se limitar musicalmente seguiu a banda por toda a sua carreira, aonde mais tarde passaram fazer uma mistura de heavy metal com música funk, aonde muitos dizem também terem sido os primeiros, o que faz do Bad Brains uma banda muito importante na história da música contracultural de uma forma geral, levantando sempre a bandeira da união de estilos musicais, quebrando barreiras e preconceitos aonde suas músicas são executadas!
Presenteio vocês com duas pérolas dessa banda, nus videozinhos postados no youtube, esse maravilhoso canal aonde podemos encontrar TUDO que quisermos (ou praticamente tudo) aonde os caras tocam "Banned in DC e How Long a Punk can Get" no ano de lançamento desse disco que posto aqui, e outro vídeo da primeira passagem da banda pela América Latina, que também passou por recife, aonde eles tocaram no Festival Abril pro Rock. Infelizmente o vocalista original, o malucão do HR, não estava se dando bem com o restante da banda, quem deu os berros foi Israel Joseph I, que gravou os vocais no disco "Rise". Para mim que estava lá curtindo o show de perto, não fez diferença nenhuma! O show foi estigado do começo ao fim e o cara mandou muito bem.
O vídeo do show em recife foi todo filmado pelo Canibal, vocalista da banda Devotos, que ao meu ver é a banda mais influenciada pelo Bad Brains aqui no Brasil. Na grande maioria dos shows do Devotos que ouvi falar que teve e nos dois shows que tive o prazer de pogar muito (no querido e finado galpão 14 e outro no ponto de cem réis) ele estava com sua camisa do Bad Brains. Cliquem nessa belezura de momento histórico da música bixo-grilense em geral!
Novo disco dessa banda de Death Grind muito extrema, intensa. A banda da mais uma aula de Grindcore com seu time "estrelas" da música extrema: Tomas Lindberg no Vocal (tocou no At The Gates, Disfear), Shane Embury no Baixo (Napalm Death, Brujeria, Venomous Concept, etc), Nicholas Barker na batera (Dimmu Borgir, Cradle of Filth, Exodus, etc), Anton Reisenegger tocando guitarra (Pentagram, Criminal e Inner Sanctum) ou seja, em se tratando de qualidade de execução dos instrumentos, é pura maestria grindcoreana porra-louquice dos inferno!
Como não podia deixar de ser, produção de primeira! Infelizmente não pude ler as letras desse disco ainda, mas imagino que continuam bem pensadas, como são as dos outros discos da banda. Apesar de recente, a banda excursiona pelo mundo inteiro desde o primeiro lançamento, justamente por conta de todos os maluquetes da HORDA serem conhecidos no meio anti-musical extremo, pelo seus outros discos em diveeeeeersas outras bandas, fica fácil demais pra circular pelo mundo. Até mesmo aonde as pessoas combatem a "fama", ela acaba estando presente, só em outro contexto.